ABERTURA: Ibov futuro em alta com expectativa ao início da temporada de balanço

ABERTURA: Ibov futuro em alta com expectativa ao início da temporada de balanço

Investing.com  | 21.10.2019 09:05

ABERTURA: Ibov futuro segue o exterior e inicia a segunda-feira com valorização

Investing.com - A jornada desta segunda-feira começa com ganhos para o índice Ibovespa Futuros, que avança 0,39% aos 105.760 pontos às 09h16, com o dólar somando 0,28% a R$ 4,1220. A semana será marcada pela repercussão e continuidade na crise entre o PSL e aliados do presidente Jair Bolsonaro, pela votação da reforma da Previdência no Senado e também pela temporada de balanços. No exterior, a disputa comercial entre EUA e China e o Brexit seguem no radar dos investidores.

- Cenário Interno

Balanços

Para a semana, estão previstos uma série de importantes balanços, como da CSN (SA:CSNA3), EDP (SA:ENBR3) Brasil, Localiza (SA:RENT3) e WEG (SA:WEGE3), na quarta-feira, com Petrobras (SA:PETR4) e Lojas Renner (SA:LREN3) sendo o destaque no dia seguinte. Já na sexta-feira, será a vez da divulgação dos números da Ambev (SA:ABEV3) e Usiminas (SA:USIM5).

Reforma da Previdência

Na semana da votação final da reforma da Previdência (PEC 6/2019), a Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH) debaterá na segunda-feira (21), às 15h, em reunião extraordinária, a relação entre previdência e trabalho.

Presidente da CDH, o senador Paulo Paim (PT-RS) anunciou em 17 de outubro a realização de mais duas audiências públicas — além desta, está prevista outra na terça (22) — para discutir a reforma da Previdência. Que deve ser votada pela Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) e pelo Plenário na própria terça. Mas para Paim, o "jogo ainda não terminou" e é importante que os senadores compreendam que esta é "a reforma da Previdência mais cruel de todos os tempos".

Em debate em 16 de outubro na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ), especialistas argumentaram que os cálculos referentes ao déficit da Previdência basearam-se em números manipulados, totalmente errados. O senador lembrou que o fator previdenciário não foi levado em conta, como se todos os trabalhadores se aposentassem com salário integral, quando os benefícios na verdade são reduzidos em praticamente de 30 a 40%.

- Crise no PSL

O fim de semana não teve pausa na briga entre parlamentares do PSL, que se dividem entre os apoiadores do presidente Jair Bolsonaro e do presidente da legenda, o deputado federal Luciano Bivar. A deputada federal Joice Hasselmann trocou ofensas com os filhos do presidente no Twitter, o deputado federal Eduardo Bolsonaro e o vereador do Rio de Janeiro Carlos Bolsonaro. Além disso, há possibilidade de Eduardo ser afastado do PSL, juntando-se a outros cinco parlamentares que foram afastados na semana passada, o que inviabilizaria a possibilidade de se tornar líder da legenda na Câmara dos Deputados.

E acusações contra Bivar continuam aparecendo na imprensa. A edição de domingo (20) do jornal Folha de S.Paulo informa que o PSL pagaria aluguel a empresa de Bivar.

- Focus

Os analistas reduziram projeção da taxa Selic de 2019, que caiu de 4,75% para 4,50%, de acordo com o Boletim Focus divulgado pelo Banco Central na manhã desta segunda-feira. Já para 2020, a taxa foi mantida em 4,75%. O pano de fundo para nova redução da Selic em 2019 foi as projeções de baixo crescimento e inflação em queda.

A aposta do PIB deste ano subiu levemente de 0,87% para 0,88%, enquanto a projeção do IPCA foi novamente reduzida para 3,26%, ante 3,28% na semana passada. Assim, a inflação ficaria abaixo da meta de inflação de 4,25% e dentro da margem de tolerância de 1,5 ponto percentual.

Para o dólar, os analistas mantiveram a projeção de R$ 4,00 para o fim do ano.

- Cenário Externo

Brexit

O Sunday Times afirmou que a União Europeia adiará o Brexit até fevereiro de 2020 caso o primeiro-ministro britânico, Boris Johnson, não consiga aprovar seu acordo no Parlamento nesta semana.

O adiamento não seria definitivo, e o Reino Unido poderia sair antes, em 1º ou 15 de novembro, dezembro ou janeiro, caso seu acordo seja ratificado antes do fim da extensão, disse o jornal, citando fontes diplomáticas.

Nenhuma decisão será tomada até que governos da UE tenham a oportunidade de avaliar as chances do acordo de saída ser aprovado pelo Parlamento antes de terça-feira desta semana, acrescentou o jornal.

Diplomatas da UE e autoridades disseram à Reuters neste domingo que, a depender dos próximos desdobramentos em Londres, opções de extensão variam de apenas um mês, até o fim de novembro, a meio ano ou mais.

Já o governo britânico insistiu neste domingo que o país deixará a União Europeia em 31 de outubro apesar de uma carta que o premiê, Boris Johnson, foi forçado pelo Parlamento a enviar ao bloco pedindo um adiamento do Brexit.

O turbilhão do Brexit alternou nesta última semana entre a possibilidade de uma saída ordenada em 31 de outubro com um acordo que Johnson selou na quinta-feira e um adiamento, após ele ter sido forçado a solicitar a extensão no fim do sábado.

A derrota de Johnson no Parlamento britânico sobre a sequência de ratificação do acordo expôs o premiê a uma lei aprovada por aqueles que se opõem a uma saída sem acordo, exigindo que ele peça um adiamento até 31 de janeiro.

Johnson enviou o pedido, como exigido, mas não o assinou, e acrescentou uma outra carta assinada argumentando contra o que ele chamou de um atraso altamente corrosivo. Um de seus ministros mais sêniores disse que o Reino Unido ainda deixará o bloco em 31 de outubro.

China

A China deixou inalterada nesta segunda-feira sua nova taxa de empréstimo referencial, sugerindo que o governo quer evitar afrouxar demais a política monetária por temores de que possa elevar os já altos níveis de dívida na economia.

A Taxa de Empréstimo Preferencial (LPR, na sigla em inglês) de um ano CNYLPR1Y=CFXS permaneceu em 4,20%, estável ante a fixação do mês anterior. A LPR de cinco anos foi estabelecida em 4,85%, o mesmo que em setembro.

Pesquisa da Reuters na semana passada apontava expectativa de que a taxa seria reduzida de novo após cortes em agosto e no mês passado.

Disputa Comercial

O presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou na sexta-feira acreditar que um acordo comercial entre os dois países será assinado até a reunião da Cooperação Econômica Ásia-Pacífico (Apec) no Chile, nos dias 16 e 17 de novembro.

O vice-premiê chinês, Liu He, disse no sábado que a China irá trabalhar com os EUA para lidar com as principais preocupações um do outro com base em igualdade e respeito mútuo, e que acabar com a guerra comercial será bom para ambos os lados e para o mundo.

Dados divulgados na sexta-feira mostraram que o crescimento do Produto Interno Bruto da China desacelerou no terceiro trimestre para a mínima em quase 30 anos, reforçando as expectativas de que Pequim adotará novas medidas de suporte.

BOLSAS INTERNACIONAIS

Em TÓQUIO, o índice Nikkei avançou 0,25%, a 22.548 pontos. Em HONG KONG, o índice HANG SENG subiu 0,02%, a 26.725 pontos. Em XANGAI, o índice SSEC ganhou 0,05%, a 2.939 pontos. O índice CSI300, que reúne as maiores companhias listadas em XANGAI e SHENZHEN, avançou 0,30%, a 3.880 pontos.

A segunda-feira se mostra positiva para os principais mercados de ações da Europa. Em Frankfurt, o DAX tem ganhos de 0,76% aos 12.731 pontos, enquanto que em Londres, o FTSE soma 0,19% aos 7.163 pontos. Já em Paris, o CAC avança 0,21% aos 5.647 pontos.

COMMODITIES

A sessão que abre a semana foi marcada por leve valorização nos contratos futuros do minério de ferro, que são negociados na bolsa de mercadorias da cidade chinesa de Dalian. O ativo com o maior volume de negócios, com data de vencimento em janeiro do próximo ano, encerrou com ganhos de 0,41%, a 611,50 iuanes por tonelada, em relação ao valor de liquidação de sexta-feira, que foi de 609,00 iuanes/t. Assim, a variação diária foi de 2,50 iuanes.

Em sentido oposto, a segunda-feira teve recuo nas principais cotações dos papéis futuros do vergalhão de aço, que são transacionados na bolsa de mercadorias de Xangai, também na China. O contrato mais líquido, de janeiro de 2020, perdeu 3 iuanes a 3.290 iuanes por tonelada, enquanto o de maio, segundo mais negociado, cedeu 6 iuanes para 3.174 iuanes/t.

O começo da semana é negativo para os preços do petróleo. O barril do tipo Brent é negociado com queda de 0,93%, ou US$ 0,55, a US$ 58,87. Já em Nova York, o WTI recua 0,65%, ou US$ 0,35, a US$ 53,52.

MERCADO CORPORATIVO

- Pão de Açúcar (SA:PCAR4)

A empresa de varejo brasileira GPA (SA:PCAR4) anunciou formalmente os termos de uma proposta pública de aquisição de ações da varejista colombiana Almacenes Exito SA IMI (LON:IMI).CN neste sábado, o primeiro passo em uma ação observada de perto pela sua controladora Casino Guichard Perrachon SA para simplificar sua estrutura acionária.

Em um registro de valores mobiliários, a GPA (SA:PCAR4) disse que todos os acionistas da Exito teriam entre 28 de outubro e 19 de novembro para aceitar a oferta da Sendas Distribuidora SA, uma subsidiária da GPA, ao preço de 18.000 pesos colombianos (U$5,26) por ação.

Após a conclusão da oferta pública de aquisição de ações, a GPA (SA:PCAR4) começará o processo de migração ao Novo Mercado, categoria da bolsa de valores de São Paulo que exige padrões maiores de governança e geralmente busca um prêmio para seus constituintes, disse a empresa.

O grupo francês Casino, que tem lutado com altas dívidas, está tentando responder a críticas de investidores sobre a complexa e às vezes opaca estrutura dos seus negócios. É a empresa-mãe tanto do Exito quanto do GPA (SA:PCAR4).

- Neoenergia

A elétrica Neoenergia, controlada pelo grupo espanhol Iberdrola (MC:IBE), reportou nesta sexta-feira lucro líquido de 599 milhões de reais no terceiro trimestre, alta de 19,7% ante mesmo período do ano passado.

A geração de caixa medida pelo lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda, na sigla em inglês) somou 1,5 bilhão de reais, alta de 15% na comparação anual.

A receita líquida atingiu 6,9 bilhões de reais, praticamente estável ano a ano.

Segundo a companhia, os números do trimestre refletem o crescimento do mercado de distribuição de energia em suas áreas de concessão, além de controle de custos, ganhos de eficiência e disciplina na alocação do capital.

- Petrobras (SA:PETR4)

A Petrobras (SA:PETR4) informou nesta sexta-feira que vai provisionar 3,2 bilhões de reais por litígios envolvendo a Sete Brasil, um processo ambiental no Paraná e litígios de participação especial e royalties relacionados à Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).

Segundo a petroleira, o efeito do provisionamento será reconhecido no resultado consolidados do terceiro trimestre, com as informações sendo apresentadas em seu balanço do trimestre subsequente.

“A companhia permanece em defesa de seus interesses nos processos em curso”, disse a Petrobras (SA:PETR4) em nota.

- B3

A empresa de infraestrutura de mercado B3 informou nesta sexta-feira ter recebido novo auto de infração bilionário da Receita Federal, relativo ao ágio envolvendo a fusão que deu origem à companhia, em 2008.

O auto de infração questiona a amortização para fins fiscais nos exercícios de 2014, 2015 e 2016, do ágio gerado pela incorporação da Bovespa em maio de 2008, no valor de 3,1 bilhões de reais a título Imposto de Renda e 1,1 bilhão de reais relativo à Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL), valores que incluem multas e juros.

“O auto de infração encontra-se fundamentado, em síntese, em uma suposta diminuição indevida das bases de cálculo dos referidos tributos por força do valor atribuído ao ágio”, afirmou a companhia no comunicado, acrescentando que pedirá impugnação do auto de infração imposto pela receita federal e que reafirma que ágio foi constituído de acordo com a lei.

A nova notificação acontece apenas dois dias após a B3 ter tido decisão favorável do Conselho Administrativo de Recursos Fiscais (Carf), que acatou ao recurso da companhia contestando uma multa referente ao mesmo processo, com base os balanços de 2012 e 2013, processo avaliado em cerca de 3,3 bilhões de reais.

- Petróleo

Leilão

O Conselho Nacional de Política Energética (CNPE) aprovou nesta sexta-feira os 128 blocos que serão ofertados na 17ª rodada de licitações, prevista para 2020.

Eles somam um total de 64,1 mil km² nas bacias sedimentares marítimas de Pará-Maranhão, Potiguar, Campos, Santos e Pelotas, segundo nota do Ministério de Minas e Energia.

Entre os blocos, seis estão localizados parcial ou totalmente além das 200 milhas náuticas brasileiras, na Bacia de Santos.

Um grupo de trabalho, criado pelo CNPE para tratar da exploração e produção além das 200 milhas, participará da modelagem de edital e contrato para essa rodada.

Exploração

O Conselho Nacional de Política Energética (CNPE) criou um grupo de trabalho para tratar da exploração e produção de petróleo e gás natural “offshore” além das 200 milhas náuticas da zona econômica exclusiva (ZEE) do Brasil, disse nesta sexta-feira o Ministério de Minas e Energia.

A medida, antecipada pelo ministro Bento Albuquerque durante a 16ª rodada de licitação de blocos exploratórios, visa avaliar as regras para exploração da área, focando especialmente na faixa próxima ao pré-sal.

Segundo a pasta, o volume de reservas de petróleo e gás do Brasil pode aumentar em 50% se descobertas na área forem confirmadas —hoje, as reservas do país são estimadas em 15,9 bilhões de barris.

- Energia Elétrica

Termelétricas

O Ministério de Minas e Energia quer apoiar a implementação de térmicas a carvão na região Sul, o que envolverá negociações para que o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) financie os empreendimentos, disse nesta sexta-feira o secretário de Planejamento da pasta, Reive Barros.

O movimento do ministério vem em momento em que o carvão tem atraído menor interesse de investidores mundo afora, à medida que governos e empresas miram redução de emissões de carbono e maiores aportes em energia limpa, como usinas eólicas e solares.

O secretário defendeu que as térmicas da fonte fóssil seriam importantes para o Sul porque podem ser construídas perto de áreas que concentram consumo de energia na região, além de terem reservas próximas.

Leilão

O leilão de energia A-6 realizado pelo governo nesta sexta-feira contratou usinas que somarão 2,9 gigawatts em capacidade, volume que superou expectativas de analistas e deverá representar investimentos de cerca de 11,16 bilhões de reais na implementação dos projetos, que devem iniciar operações em 2025.

Projeções de consultorias apontavam para a compra de 500 megawatts a 800 megawatts, bem abaixo do resultado efetivo após quase quatro horas e meia de disputa na licitação.

“Estamos hoje festejando, os analistas de mercado de energia até ontem estimavam um volume muito abaixo. Conseguimos uma compra quase duas, três vezes dos valores previstos”, disse a jornalistas o secretário de Planejamento do Ministério de Minas e Energia, Reive Barros.

AGENDA DE AUTORIDADES

- Jair Bolsonaro

O presidente da República segue nesta segunda-feira sua viagem para o Japão, fazendo antes uma escala técnica no Cazaquistão.

- Paulo Guedes

- Reunião-Geral de secretários do Ministério da Economia;

- Almoço com os secretários especiais;

- Reunião semanal com o secretário especial da Receita Federal, José Barroso Tostes Neto;

- Audiência com Simon Kenedy, Editor Mundial de Economia da Bloomberg;

- Reunião com Solange Vieira - Superintendente da SUSEP.

*Com Reuters

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