Fique por dentro das 5 principais notícias do mercado desta sexta-feira

Investing.com

Publicado 25.06.2021 07:21

Atualizado 25.06.2021 09:13

Por Peter Nurse e Ana Carolina Siedschlag

Investing.com - Guedes entrega a segunda fase da Reforma Tributária ao Congresso e o auxílio emergencial ganha mais uma prorrogação. Lá fora, no noticiário corporativo, a Nike estará no centro das atenções depois de prever um forte crescimento. Enquanto isso, há dúvidas sobre a temporada de viagens na Europa, os EUA soltam números importantes de inflação e o petróleo permanece perto de máximos de vários anos.

Veja o que está movimentando os mercados na sexta-feira, 25 de junho.

CONFIRA: Calendário Econômico completo do Investing.com

h2 1. Auxílio emergencial e nova meta de inflação/h2

O EWZ, principal ETF brasileiro negociado no exterior, subia 0,33% no pré-mercado em Nova York, com investidores de olho na entrega da segunda fase da Reforma Tributária ao Congresso, que deve ser levada pessoalmente pelo ministro da Economia, Paulo Guedes, assim como na possível extensão do auxílio emergencial por mais três meses, que deve ser assinada hoje pelo presidente Jair Bolsonaro.

Guedes afirmou ontem, em evento ao vivo promovido pela Fiesp, que o auxílio será prorrogado por mais três meses, com os mesmos valores que variam de R$ 150 a R$ 375.

No noticiário, o destaque são as discussões na CPI da Covid sobre a denúncia de possível corrupção nas negociações da vacina indiana Covaxin. Bolsonaro disse ontem, na tradicional live nas redes sociais, não ter havido irregularidades no processo de importação da vacina, e acrescentou que quem buscou "armar" a história "vai se dar mal".

Também ontem, o Conselho Monetário Nacional (CMN) fixou a meta de inflação medida pelo IPCA para 2024 em 3,00%, com margem de tolerância de 1,50 ponto percentual, para mais ou para menos. O CMN confirmou ainda as metas de 3,75% para 2021, 3,50% para 2022 e 3,25% para 2023.

h2 2. Nike deve ultrapassar receita anual de US$ 50 bilhões/h2

A Nike (SA:NIKE34) (NYSE:NKE) estará no centro das atenções na sexta-feira depois que a gigante de roupas esportivas relatou um forte trimestre e uma forte perspectiva após o fechamento do mercado desta quinta. Às 9h04, as ações da empresa subiam mais de 13% no pré-mercado, depois de acumularem queda de mais de 5% até agora este ano.

Abaixe o App
Junte-se aos milhões de investidores que usam o app do Investing.com para ficar por dentro do mercado financeiro mundial!
Baixar Agora

A varejista registrou lucros e receitas trimestrais melhores do que o esperado, mas foi a previsão de receita para 2022 que impressionou, ultrapassando US$ 50 bilhões pela primeira vez.

As vendas na China, atingidas por uma reação negativa depois que a empresa tentou se distanciar das acusações de uso de mão de obra escrava na província de Xinjiang, foram a única decepção. O CEO da Nike, John Donahoe, montou uma forte defesa da posição da empresa no país, dizendo: "A Nike é uma marca que é da China e para a China."

Os rivais europeus da Nike também registraram ganhos na sexta-feira. As ações da Adidas (OTC:ADDYY) subiram mais de 5%, enquanto as ações da Puma (DE:PUMG) avançaram acima de 1% para um novo máximo pós-pandemia.

CONFIRA: Cotações das ações dos EUA pré-abertura em Nova York

h2 3. Ações em alta; acordo de infraestrutura dá impulso/h2

As ações dos EUA abrem ligeiramente em alta nesta sexta, estendendo os ganhos de quinta-feira ajudadas pelas notícias de progresso em um novo acordo de infraestrutura para impulsionar a economia.

Às 9h06, os futuros do Dow Jones, do S&P 500 e do Nasdaq 100 subiam respectivamente 0,32%, 0,1% e 0,09%.

O presidente americano Joe Biden anunciou na quinta-feira um acordo próximo de US$ 600 bilhões em infraestrutura, abrindo caminho para novos investimentos em estradas, pontes e internet de banda larga. O acordo foi apoiado por um grupo centrista e bipartidário de cerca de dez senadores.

Nas notícias corporativas, além da Nike, o setor bancário provavelmente estará em foco depois que os testes de estresse do Fed os deixaram amplamente livres para retomar as recompras e os dividendos.

Também no calendário, está o fim da semana agitada para os dirigentes do Federal Reserve, com a presidente do Fed de Cleveland, Loretta Mester, e o de Boston, Eric Rosengren, programados para participar de eventos nesta sexta.

Eles falarão após a publicação do indicador de inflação preferido do Fed, o índice de preços do consumidor, que sai às 9h30. Espera-se que o indicador mostre ganhos anuais de 3,4% em maio, subindo de 3,1% em abril, e muito acima da meta nominal do Fed de 2%.

CONFIRA: Cotação dos principais índices futuros globais

h2 4. Limitações de viagens europeias/h2

O debate sobre as viagens pela Europa para a importante temporada de férias de verão continua.

Uma cúpula da UE não conseguiu chegar a um acordo sobre uma linha comum para os requisitos de quarentena de viajantes do Reino Unido, resistindo à pressão da chanceler alemã, Angela Merkel, que advertiu no início da semana que a Europa está "no gelo" em sua batalha contra o coronavírus , tendo em vista como a variante Delta, altamente contagiosa, está se espalhando no continente.

O próprio Reino Unido acrescentou mais alguns destinos à sua lista, que agora inclui as ilhas Baleares da Espanha, Malta e várias outras do Caribe. Mesmo assim, as ações de companhias aéreas e a maioria das outras viagens ainda caíram.

O primeiro-ministro Boris Johnson também sugeriu um maior relaxamento das regras de viagem para os britânicos que receberam as duas doses da vacina contra o coronavírus.

h2 5. Petróleo recua; reunião da OPEP+ em iminência/h2

Os preços do petróleo caíam nesta sexta, mas ainda caminham para a quinta semana positiva consecutiva antes da reunião dos principais produtores da próxima semana, que devem determinar os níveis de produção futuros.

Às 9h12, os futuros do WTI caíam 0,25%, para US$ 73,12 o barril, enquanto os do Brent recuavam 0,13% para US$ 75,46, com ambos os contratos subindo 2% até agora esta semana e cerca de 50% no ano até a data.

A Organização dos Países Exportadores de Petróleo e seus aliados, grupo conhecido como OPEP+, se reunirão no dia 1º de julho, sob pressão para aumentar a oferta, dado o quanto os preços subiram.

Antes disso, os traders se concentrarão na última atualização semanal da Baker Hughes do número de plataformas de petróleo dos EUA.

Negociar instrumentos financeiros e/ou criptomoedas envolve riscos elevados, inclusive o risco de perder parte ou todo o valor do investimento, e pode não ser algo indicado e apropriado a todos os investidores. Os preços das criptomoedas são extremamente voláteis e podem ser afetados por fatores externos, como eventos financeiros, regulatórios ou políticos. Negociar com margem aumenta os riscos financeiros.
Antes de decidir operar e negociar instrumentos financeiros ou criptomoedas, você deve se informar completamente sobre os riscos e custos associados a operações e negociações nos mercados financeiros, considerar cuidadosamente seus objetivos de investimento, nível de experiência e apetite de risco; além disso, recomenda-se procurar orientação e conselhos profissionais quando necessário.
A Fusion Media gostaria de lembrar que os dados contidos nesse site não são necessariamente precisos ou atualizados em tempo real. Os dados e preços disponíveis no site não são necessariamente fornecidos por qualquer mercado ou bolsa de valores, mas sim por market makers e, por isso, os preços podem não ser exatos e podem diferir dos preços reais em qualquer mercado, o que significa que são inapropriados para fins de uso em negociações e operações financeiras. A Fusion Media e quaisquer outros colaboradores/partes fornecedoras de conteúdo não são responsáveis por quaisquer perdas e danos financeiros ou em negociações sofridas como resultado da utilização das informações contidas nesse site.
É proibido utilizar, armazenar, reproduzir, exibir, modificar, transmitir ou distribuir os dados contidos nesse site sem permissão explícita prévia por escrito da Fusion Media e/ou de colaboradores/partes fornecedoras de conteúdo. Todos os direitos de propriedade intelectual são reservados aos colaboradores/partes fornecedoras de conteúdo e/ou bolsas de valores que fornecem os dados contidos nesse site.
A Fusion Media pode ser compensada pelos anunciantes que aparecem no site com base na interação dos usuários do site com os anúncios publicitários ou entidades anunciantes.

Sair
Tem certeza de que deseja sair?
NãoSim
CancelarSim
Salvando Alterações