Fique por dentro das 5 principais notícias do mercado desta segunda-feira

Fique por dentro das 5 principais notícias do mercado desta segunda-feira

Investing.com  | 10.06.2019 06:29

Fique por dentro das 5 principais notícias do mercado desta segunda-feira

Investing.com - Confira as cinco principais notícias desta segunda-feira, 10 de junho, sobre os mercados financeiros:

1. Trump suspende tarifas sobre o México

O presidente Donald Trump anunciou um acordo com o México suspendendo as tarifas de 5% sobre as mercadorias mexicanas que entrariam em vigor na segunda-feira.

Trump, que ameaçou aumentar as tarifas no México se o país não trabalhasse mais para impedir a entrada de imigrantes nos Estados Unidos, disse que agora tem "total confiança" de que o México será mais cooperativo.

O peso mexicano subiu 2% em relação ao dólar com as notícias, embora poucos detalhes do acordo tenham sido divulgados, inclusive se o México prometeu comprar mais produtos agrícolas ou reforçar o policiamento de sua fronteira sul com a Guatemala.

Trump indicou que as tarifas de implementação continuam sendo uma opção se a cooperação não seguir como planejado, mas enfatizou que ele não acha que elas serão necessárias.

2. Bolsas de todo o mundo celebram acordo entre EUA e México

Bolsas de todo o mundo registraram ganhos sólidos nesta segunda-feira, quando os mercados aplaudiram a decisão de Trump de suspender as tarifas sobre produtos mexicanos.

Embora os EUA continue empacado em sua disputa comercial com a China, o acordo com o México dá um suspiro de alívio para os mercados preocupados com o fato de que as táticas comerciais agressivas de Trump possam resultar em uma recessão global.

As ações asiáticas e europeias subiam cerca de 1%, embora os mercados de ações australianos, alemães e suíços tenham fechado para um feriado.

Os futuros dos EUA apontaram para ganhos menores na abertura, saindo da melhor escalada semanal desde novembro. Wall Street terminou sexta-feira 1% mais alto, já que um relatório de empregos mais fraco do que o esperado estimulou esperanças de que o Fed reduza as taxas este ano. Os futuros do Dow ganhavam 82 pontos, ou 0,3% às 6h26, os futuros do S&P 500 subiam 9 pontos, ou 0,3%, enquanto o índice futuro de tecnologia Nasdaq 100 avançava 26 pontos, ou 0,4%.

3. Acordo comercial EUA-China no limbo até o final de junho

O secretário do Tesouro, Steven Mnuchin, disse à CNBC em uma entrevista que Trump decidirá se novas tarifas sobre a China serão apropriadas após uma reunião com o presidente chinês, Xi Jinping, na cúpula do G20, marcada para o final do mês. Mnuchin afirmou que o presidente estava "perfeitamente feliz" em atingir Pequim com novas tarifas se a reunião não for bem.

Os líderes das finanças do G20 que se reuniram no fim de semana alertaram que a intensificação das tensões comerciais e geopolíticas eram o maior risco para a estabilização do crescimento global.

Dados divulgados durante a noite mostraram que as exportações da China, inesperadamente, voltaram a crescer, embora alguns analistas suspeitem que os fabricantes possam ter aumentado os embarques para evitar a rodada mais recente de tarifas americanas sobre US$ 300 bilhões em produtos chineses. As importações chinesas, no entanto, registraram seu maior declínio em quase três anos, fornecendo mais um sinal de fraca demanda doméstica na segunda maior economia do mundo.

4. United Technologies e Raytheon se fundirão em um gigante de US$ 121 bilhões

A United Technologies (NYSE:UTX) and Raytheon (NYSE:RTN) concordaram com uma fusão que criaria um gigante aeroespacial e de defesa no valor de US$ 121 bilhões, o maior negócio já feito no setor.

As empresas provavelmente argumentarão que a sobreposição de seus negócios é limitada, a fim de evitar críticas de reguladores antitruste, embora a Boeing (NYSE:BA), Airbus e o Pentágono devam levantar objeções.

O acordo deve ser fechado no primeiro semestre de 2020, quando a United Technologies concluir o desmembramento dos negócios de elevadores de ar-condicionado e elevadores Otis.

5. Aumento dos preços do petróleo na promessa de acordo entre a Arábia Saudita e a Rússia

Os preços do petróleo subiram ainda mais na segunda-feira com uma promessa da Arábia Saudita e da Rússia para estender a coordenação das ações para equilibrar os mercados, uma queda na atividade de perfuração nos EUA e o acordo entre os EUA e México superaram as preocupações sobre a economia global.

O ministro da Energia da Arábia Saudita, Khalid al-Falih, disse estar próximo de um acordo para estender o acordo de corte de produção entre a Opep e aliados não-membros liderados pela Rússia, enquanto o russo Alexander Novak disse que eles concordaram em tomar medidas coordenadas.

A decisão de Trump de cancelar as tarifas sobre produtos mexicanos também serviu para reduzir as preocupações sobre a escalada das tensões comerciais que ameaçam descarrilar a economia com um impacto negativo sobre a demanda por petróleo.

Dados divulgados na sexta-feira pela Baker Hughes também mostraram que o número de plataformas ativas, considerado um indicador da produção futura, caíram para uma mínima desde fevereiro de 2018 na semana anterior.

Os contratos futuros de petróleo dos EUA ganhava 30 centavos, ou 0,6%, para US$ 54,29 às 6h27, enquanto o petróleo Brent estava em alta de 29 centavos, ou 0,5%, para US$ 63,58.

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